Sustentabilidade

A Recopel é comprometida com o Meio ambiente, por isso desenvolvemos processos que minimizam os impactos ambientais, garantindo renovação dos materiais recicláveis e correta destinação dos resíduos. Para nós a renovação dos materiais é mais que um modelo de negócios que visa lucro, pois fazemos parte de um processo de conscientização e preservação, que reduz a degradação dos recursos naturais, resultantes da economia de consumo.

CURIOSIDADES SOBRE A RECICLAGEM

O lixo orgânico é formado por sobras de origem animal e vegetal como restos de alimentos, folhas, sementes etc. Acumulado inadequadamente, polui o meio ambiente. Ele, no entanto, pode ser utilizado na fabricação de combustíveis como o metano e de adubos.

O lixo não é só um problema urbano, é um problema do mar. É isso mesmo: mares e oceanos recebem 14 bilhões de quilos de resíduos por ano. Cerca um milhão de aves marinhas e 100.000 mamíferos morrem anualmente ao se alimentar de lixo.

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É preciso 100 mil litros de água e 5 mil Kw de energia para produzir uma tonelada de papel. Mas para produzir a mesma quantidade de papel reciclado, são usados somente dois mil litros de água e 2,5 Kw da energia. Outra informação importante: uma tonelada de papel reciclado poupa 22 árvores e polui o ar 74% menos.

Pneus velhos são reaproveitados de diversos modos. São feitos capachos, sandálias e muitos outros materiais com pneus descartados (detalhe importante: são 17 milhões de pneus jogados fora só no Brasil). A novidade é que os norte-americanos estão reaproveitando a borracha do pneu para recapear estradas. Cerca de 5% do material utilizado no recapeamento das estradas federais dos Estados Unidos é composto de pneu.

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Lixo tóxico é normalmente o lixo nuclear e hospitalar. Os resíduos nucleares são normalmente isolados e os hospitalares, incinerados.

Cada família brasileira descarta cerca de 40 quilos de plástico por ano e mais de 80% são utilizados apenas uma vez. A maior parte é constituída de sacolas plásticas de supermercado.

Como o plástico foi inventado há cerca de 100 anos, o cientista não tem uma ideia exata do tempo que ele leva para se decompor. Calcula-se, no entanto, que uma simples garrafa plástica demoraria centenas de anos para desaparecer.

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Em locais úmidos, o papel se decompõe em três meses. Já em lugares secos, o tempo é sempre mais longo.

Cada 100 toneladas de plástico recicladas economiza uma tonelada de petróleo.

Qual a melhor forma de descartar o papel higiênico? Se o papel for fino, macio, daqueles que se dissolvem na água com facilidade, é melhor jogá-lo na privada e dar descarga. Ele se desintegra rapidamente, ao contrário do saco plástico, onde você costuma jogar os papéis, que levam décadas para desaparecer.

Dados da Associação Brasileira de Alumínio: mais de 160 mil pessoas vivem exclusivamente da coleta de alumínio e recebem, em média, dois salários mínimos mensais.

O Brasil produz 250.000 toneladas de lixo por dia, a maior parte (88%) vai parar nos aterros sanitários, poluindo o solo e os lençóis freáticos.

A poluição no Tietê, rio que corta a cidade de São Paulo, é causada principalmente pelo esgoto doméstico. Apenas 44% da população da bacia do Alto Tietê têm esgoto tratado. O detalhe é que 35% da poluição é provocada pelo lixo jogado nas ruas da região metropolitana. O rio recebe diariamente toneladas de garrafas pet, sacolas plásticas, pneus, latas.

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Um simples chiclete leva cinco anos para se decompor.

A reciclagem de uma única latinha de alumínio economiza energia suficiente para manter um televisor ligada por cerca de três horas.

Placas eletrônicas também podem ser recicladas. Elas contêm elementos químicos como estanho, níquel, ouro, paládio, alumínio, chumbo e, principalmente, cobre. Uma tonelada de sucata contém 53 quilos de cobre que pode ser reaproveitado. Mesmo os materiais não metálicos estão sendo reaproveitados por algumas empresas e virando substituto para madeira e materiais estruturais.

Quanto maior a população de um determinado local, maior a quantidade de lixo. O número de habitantes da cidade de São Paulo, por exemplo, aumentou 20% entre os anos de 1 995 e 2 005, mas o volume de lixo cresceu 80%.

E uma garrafa de vidro, quanto tempo leva para se decompor? Acredite: são nada mais nada menos do que 4.000 anos para se desintegrar pela erosão e pela ação de agentes químicos.

Apesar de constituírem materiais duros e aparentemente resistentes, os metais se desintegram em poucos anos. Uma lata de aço, por exemplo, desaparece em 10 anos. O problema são as latas de alumínio, as mais utilizadas pelos fabricantes de cerveja e refrigerantes, que não corroem nunca.

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 Existem latas de lixo reciclável na cor preta, onde deve ser depositada a madeira.
Ao contrário do que muita gente imagina, baterias de celular e pilhas podem ser recicladas, sim. Substâncias presentes nas baterias como cádmio e níquel são reaproveitadas. Para reciclar as pilhas e baterias, leve-as a um posto de coleta. Existem milhares deles espalhados pelo Brasil, inclusive em supermercados e bancos.

O óleo de cozinha pode ser reaproveitado na fabricação de sabão.

As cores padronizadas das latas de lixo reciclável são: